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  O suingue da música gospel

Divulgação
Raquel Mello no Canta Brasil 500: em seu segundo CD solo, a cantora mostra influências do funk e do soul dos anos 70 e 80
Grande parte dos novos valores da Música Popular Brasileira, como Pedro Mariano, Luciana Mello e Jorge Vercilo, tem investido na mistura de funk e soul music, relembrando mestres como Tim Maia e a Banda Black Rio. Na música gospel esse fenômeno também acontece. A cantora e compositora pernambucana Raquel Mello, de 35 anos, aposta em seu poderoso vocal e em uma superbanda, reforçada pelos metais, para firmar-se entre os grandes nomes da música evangélica.
Raquel canta desde os 4 anos, mas sua carreira discográfica começou em 1997, quando gravou o CD Alta Voz com o grupo Kades Singers. O bom desempenho da cantora abriu as portas para que a MK Publicitá, gravadora de seu grupo, a convidasse para um trabalho solo. Em 1999, com o disco Minha Gratidão, Raquel já começava a delimitar o que seria seu trabalho: o ecletismo dos ritmos somado ao louvor e à gratidão das letras.
Em Não Há Limites, seu mais recente álbum, Raquel repete a fórmula: as suingadas Dia Feliz e Mais Que Vencedor convivem harmoniosamente com o romantismo de Declaração de Amor – cantada ao lado do marido, o músico Marco Moreno – e com os louvores Celebração e Asas da Adoração. Outra característica comum entre os dois discos é a releitura de clássicos da música gospel: se em Minha Gratidão o escolhido foi Tu És Fiel, em Não Há Limites foi a vez de Infinitamente Mais e Grandioso És Tu, esta última em ótima versão, que valoriza os metais. O motivo para gravar corinhos, segundo a cantora, é para aproximar-se dos jovens. “Minha formação é batista, e fui criada ouvindo os corinhos. Essas músicas tradicionais são maravilhosas, e ficam ainda melhores quando ganham uma roupagem moderna, mais acessível aos jovens”, explica a cantora.
Raquel vê muitas diferenças entre o trabalho solo e com o grupo. “O Kades Singers dedica-se mais aos vocais, às músicas a capela, e na minha carreira solo procuro um lado que não posso explorar no grupo. Adoro o som dos anos 70 e 80 e procuro levá-lo aos meus discos”, diz a cantora, que já está trabalhando em um novo CD, com previsão de lançamento para o primeiro trimestre de 2003. “Em meu primeiro disco eu cantava um repertório mais clássico, romântico. Nesse segundo busquei misturar elementos do funk e do soul, e o meu terceiro será ainda mais eclético. Quero gravar bossa nova, axé, ritmos que sofrem preconceito por parte de algumas pessoas. Quero agradar a todos os gostos”, diz Raquel, que dedica um fim de semana por mês à sua carreira solo e o restante ao Kades Singers, que está divulgando seu novo trabalho, Espaço para Mudança.

Integrantes do Novo Som participam do CD

Raquel Mello contou com uma equipe de feras na gravação de seu disco. Entre outros, participam Geraldo Abdo e Mito, baterista e tecladista, respectivamente, do Novo Som; Dênis Goursand, companheiro de Kades Singers; e Jairo Bonfim, do grupo Vocalize.
Além de ser uma grande cantora, Raquel também é compositora: sete das 12 faixas de Não Há Limites são autorais, sendo duas em parceria: Dia Feliz, com Dênis Goursand, e Exército de Anjos, com Gisele di Meni. Raquel conta que sua preocupação na hora de compor é procurar valorizar as letras. “Há muitas canções com ótimas melodias, mas com letras fracas. Costumo conversar com as pessoas, ouvir seus problemas e procuro transpor isso para as músicas. Sempre escrevo pensando como eu me sentiria ouvindo aquilo. A música evangélica deve ter como teor a palavra”, diz Raquel.
Para se aproximar das pessoas e falar mais abertamente de Deus, a cantora diz que usa uma de suas principais características: a extroversão. Com isso, sempre que vai a uma igreja ou a uma casa de espetáculos mostrar seu trabalho, ela procura deixar uma palavra. “Ouço muitos testemunhos de pessoas que ouviram minhas músicas e tiveram suas vidas mudadas. Não dá para ficar calado. O Kades Singers faz diversas apresentações nas ruas, que sempre juntam muita gente. Elas não querem ouvir só as músicas, mas também o que nós cremos, o que nos leva a dizer aquelas coisas”, conta Raquel.


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